dia mundial da luta contra a AIDS

RECEBI ESSE E-MAIL. IMPORTANTÍSSIMO!
"Queridos Amigos
A Laços - Associação Solidária ao HDT - convida todos para o evento de comemoração do Dia Internacional de Luta contra a AIDS,1º de dezembro de 2004, a se realizar na Praça Universitária, Goiânia - GO, das 16:00 ás 22:00 horas. O evento, juntamente com o Projeto Amostra Grátis de Música Eletrônica, contará com a presença do Greenpeace e de várias atrações que farão desta data um marco na discussão sobre as questões relativas a AIDS e responsabilidade social. Sua presença é muito importante. Esperamos todos lá...
Um grande abraço
LETÍCIA MARQUES
presidente
Laços - Associação Solidária ao HDT"
dia 1º de dezembro É o DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS [o maior mal do século XX].
em todo o país é direito do cidadão ter acesso gratuito ao exame. a medicação aos soropositivos também é gratuita [feita pelo governo]
muito se fala sobre AIDS, sobre prevenção, e principalmente sobre PARTICIPAÇÃO... porém o que é feito ainda não é o bastante.
vamos agir, galera. vamos ser conscientes e participativos. é a ordem.
divulguem todos os eventos que vão acontecer no dia 1º [e em outros dias também - por que não?] em seus flogs, blogs, e mailing lists.
informação + atitude = vida
punk_go - 12:51 PM
Quarta-feira, Novembro 24, 2004
eu x eu
bom... por onde começar? meio [bem] perdido.
andei prometendo não usar mais a palavra "eu"... e houve confusão. nem é a intenção "consertar" os probleminhas, ou explicar. mas para que não haja mais bagunça. : )
quando digo que não existe mais a palavra "eu", invado um sentido muito mais puro, muito mais sagrado até. não que tenha virado um santo, ou que queira ser um santo... longe disso. muito admiro a história dos mesmos. é de são francisco a minha história predileta. acho muito bonitas as imagens todas, e entendo os fanatismos e os caminhos opostos. e dá-lhe madre teresa!
"eu" não existe mais porque agora, mais do que nunca, existem outras mil[hares de] pessoas mais importantes. pessoas que sentem frio, pessoas que sentem fome, pessoas que não tem pai, mãe, braços, pernas, dinheiro mínimo que garanta uma higiene básica [escova de dental, ph, água limpa, roupas limpas].... e sempre ficava deslocado pensar em festas, em mundo gay, em badalação, em "fulano é top - beltrano não é" [dentre outros assuntos importantíssimos], ou mesmo o fato de que há anos estou sem namorar.
ficava deslocado...
porque incomoda ver gente que daria tudo pra ter metade do que temos de bom, e ainda com o dobro de "problemas" que temos. incomoda saber que há pessoas que, como citado, não têm braços, não têm pernas, não têm família [e há quem reclame do irmão implicante...] e que mesmo assim estão sempre sorrindo pra vida. por mais que essa vida pareça uma desgraça, lá estão essas pessoas... felizes... quem sou eu pra questionar a "falta de opções nessa nossa pacata cidade rural"? e pior: ainda achar que isso é um motivo para minhas angústias, tristezas, "sofrimentos"...
concordo que [li não lembro no blog de quem... dia desses] frases como "dessa vez vou ser egoísta" sempre me soaram estranhas... somos egoístas o tempo todo. mais? mais ainda? eu não posso... pois nessa onda de egoísmo, eu quase cai na vala rasa daquele pensamento de que um dia alguém vai aparecer pra mim, ou que terei a casa/emprego dos meus sonhos, e que meus pais e irmãos vão estar por perto para sempre... dentre outros absurdos...
eu me perguntei muito: o que é mais fácil? quer saber? é mais fácil eu fazer muitas pessoas felizes [e se eu tiver um Q.I. de 2 dígitos, percebo que se eu fizer isso, conseqüentemente serei feliz (com a felicidade dos outros)] ou esperar que muitas pessoas [ou uma, aquela que a gente vive esperando] tragam a felicidade para mim?
pô, e aquela pessoa que nunca teve nada e é feliz? as coisas todas melhoraram depois que eu percebi que "a lagoa azul" é só um filme [e meio fraco, pra piorar]... essa imagem de que só se é feliz a dois... ainda mais nesse mundo gay cão... poutz... não se fala mais em solidariedade, em ajudar a quem precisa, em escutar os problemas dos amigos e tentar fazer algo de bom, em caridade... porque virou papo de velho, de tia, de tio, de avó...
cansei de ouvir falar de drogas, de purpurina, de diversão, de bebidas [que também são drogas, óbvio: o efeito é bem o mesmo. e aceito minha condição de viciado. não maquio], de homens, fofocas, intrigas, picuinhas, miudezas... enfim... o que pode ser tão importante a ponto de gerar "polêmica" entre 100 pessoas, mas que não move essas mesmas 100 pessoas a fazer algo de bom? isso incomoda...
o que me é importante? a crise de consciência que me dá quando vou marcar o "X" no documento que declara que não tive relações homossexuais [quando vou doar sangue]. a minha preocupação com o cara que vigia meu carro às sextas-feiras [será que minhas roupas que dei pra ele vão servir? será que consigo mais? será que esse lance no braço dele não complica se ficar sem cirurgia?]. o menino [leandro] que "meiava" um pastel com a gente lá no hiper... será que parou mesmo de estudar? a mãe dele cuida dele?....
não dá pra ser "pai do mundo", mas dá pra ser padrinho de uma série de situações. e que fazem bem.
aposentei o "eu", porque como eu ouvi num programa de TV [péssima distração - quase não faço. não faça, é melhor]: a preocupação tem de ser com a floresta inteira, não com uma árvore apenas.
coletividade, família, humanidade, grupo, time, o caralho! que seja... não consigo mais pensar em festas o tempo todo. com a matemática básica e ridícula que possuo, faço as contas e fico pensando quanto poderia ser feito com o que se gasta numa festinha dessas... e desce tudo pela goela... álcool, pinta, "glamour", risinhos, sentimentos ruins...
prioritariamente, os posts têm sido dedicados a coisas boas. mesmo com a reclamação de uma pessoa que insiste em colocar recados que não promovem nada de bom, nada otimista. o que importa o que diz esse cara ou mais 1000 comments depreciativos?
o que vale é amar, é amor, é felicidade de quem fica feliz com o mínimo, com o básico. a felicidade de quem nunca teve chances, quem nunca experimentou. a felicidade que a gente proporciona.
"eu" morreu. não me iludo quanto às minhas infinitas imperfeições. defeitos. e levo uma vida divertida, sim. muito. tenho a noção de que não namoro há dois anos e meio. não fiquei sem sexo dois anos e meio. não fiquei enclausurado esse tempo. não participei de nenhuma lei-seca [mas não fumo mais - inexplicavelmente, fumava desde os 13. não suporto mais nem a fumaça, nem o cheiro. há mais de ano sem fumar]. as "farras" terminaram? : ) algumas apenas começaram. junto com elas, a preocupação com o próximo dobrou.
era isso... acho...
desculpas a todos que leram até aqui [longo]. abraços aos amigos. e peço também que ajudem. que se ajudem. que sejam boas pessoas. não sejamos seletivos [não se escolhe pra quem a gente dá o melhor da gente].
"...eu não sou mais eu: a dor que você sente é nossa. nós buscamos o alívio..." : ) filminho : )
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p.s.: confraternização: amigo secreto. para dezembro [provavelmente dia 12]. combinando. : ) saúde, trabalho, amigos, e paz. : )
punk_go - 11:30 PM
Segunda-feira, Novembro 22, 2004
eu li
muito bem feita essa matéria... sem pompa [que cansa - de novo o "que"... :p adógam!]... mas com muito pé no chão.
http://www.ofinaldostempos.weblogger.terra.com.br/index.htm [clica no link!]
punk_go - 5:39 PM
Quinta-feira, Novembro 18, 2004
horror! gore! terror!
começou a correria intensa braba de final de ano [oficialmente - provas e mais provas...].
em média 800 trabalhos, 800 provas, 20 diários... pouca grana.

ainda não vi o almodovar... e outros... $eco por $inema...
punk_go - 10:07 PM
Segunda-feira, Novembro 15, 2004
the last me
"que tudo soe docemente... uma valsa paradisíaca que toque no coração... infinita... absurdamente tranquila..."
relutante, escrevo sobre esse final de semana.
sim, realmente não queria escrever. preferia continuar com textos [vide martha medeiros]. mas certas coisas são necessárias. e ia escrever sobre isso mesmo, por mais que não postasse [um costume]. "pra quê?" - pensamento. pra daqui uns meses, tirar tudo da gaveta e pensar "nossa, devia ter postado isso...". que seja agora a hora. : )
foi, definitivamente, o final de semana comemorativo mais cansativo. muito bom, mas cansativo. sem tempo pra recuperar as energias.
agradecimentos. grato. por tudo, por tanto. só felicidades. amigos de longa data, sumidos, eis que ressurgem. só isso já um presente e tanto.
mais um amigo feito. pessoa extremamente culta, de bem com a vida, sem exageros ou "vícios" de imagem. um distinto estrangeiro. uma paixão.
por todos, sempre houve paixão. todos. sem exceção. coisa que depois diminiu. vira amizade. dai o motivo de todas as amizades serem muito especiais: eram paixão. o temor, o desespero, o medo de perder a pessoa. não a vontade de ser alguém pra pessoa. dai a querer ser mãe & pai... irmão... tutor... um passo. e cuidar, cuidar, cuidar... amar.
não confundo. não caio.
final de semana... o todo. ótimo.
hoje, a sensação de que não se é uma pessoa especial. ou interessante. esse tipo de coisa derruba. faz mal. faz chorar. foi inevitável: pranto. muita chuva esse 15 de novembro.
memórias que fizeram desaguar: homenagens, certos abraços, certas frases, olhares, atitudes. pra bem e também não.
coisas desagradáveis foram ditas... e ainda fazem sofrer. e ainda causam incompreensão. as pessoas ofendem, de propósito... sabe-se lá porquê.
bom mesmo seria a paz mundial, ou pessoas mais humildes, mais modestas... e essas coisas todas que andam faltando. não deviam ter estado presentes esses sentimentos... de certa forma estragaram. :(
a intenção era a de agradar... mesmo. não existe mais [e talvez nem nunca tenha existido - não dessa parte] o desejo de aparecer, ser estrela, dominar, conquistar... sempre houve amor suficiente de onde devia vir. não existe essa busca de atenção.
a vida de "madre teresa/são francisco" continua. e há ainda coisas mais importantes. diversão, festas, bebidas, conversinhas... perda de tempo. e nem interessa.
agradecimentos especialíssimos: frederico, bruno, leandro, andré & renato, alberto, victor, brunno, jesus, márcio, joão paulo, victor, juliano, léo, carlinhos - vocês são vitais.
luiz césar: pelo carinho. a prova de que um "gay + gay" não é feito só de purpurina: é necessário mesmo ter [e mostar isso com atitudes sinceras, despretenciosas] coração.
carlos [df]: aquele banco com seu nome receberá visitas. um altar. idolatria. : )
pedidos feitos com humildade [a palavra da vez]: não critique o que você não entende. não julgue o que você não conhece.
saúde, trabalho, amigos, amor, e paz.
f
punk_go - 9:59 PM
Sábado, Novembro 13, 2004
Felicidade Realista
by Martha Medeiros
De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Sobre o(a) autor(a):
Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 1961. Formada em Publicidade. Escreveu livros de poesias e de crônicas, seu mais recente lançamento é o livro de ficção: Divã. Martha é cronista do jornal Zero Hora.
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então tá.
punk_go - 2:10 PM
Terça-feira, Novembro 09, 2004
A Morte Devagar
by Martha Medeiros
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
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já falei...
e ando correndo muito. com tudo. devo pedir demissão de um dos meus empregos amanhã. chega de babaquice e escravidão [não quero comments sobre isso, please - martha medeiros ROXX]. : )
punk_go - 10:55 PM
Quarta-feira, Novembro 03, 2004
não nos contaram...
by martha medeiros
Hoje é o momento ideal pra falar de sacanagem.
Mas nada de ménage à trois, sexo selvagem
e práticas perversas, sinto muito.
Pretendo, sim, é falar das sacanagens que fizeram com a gente.
Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer,
só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não nos contaram que amor não é acionado nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja,
e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida
merece carregar nas costas a responsabilidade de completar
o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um",
duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação.
Que só sendo indivíduos com personalidade própria
é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório
e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados,
que os que transam pouco são caretas,
que os que transam muito não são confiáveis,
e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz,
a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas,
são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, nem contaram que ninguém vai contar.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo,
vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.
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eu já exigi uma vez que vocês fizessem uma busca no google pesquisando material dessa moça. ela é ótima [meu sonho mais louco é ser a sua tradução masculina gay não-normativa]! clique AQUI e aproveite a viagem!